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O uso de inteligência artificial na área da saúde já é uma realidade. A ferramenta tem sido utilizada para acelerar pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos e até em diagnósticos, por exemplo. No entanto, ela também pode criar problemas.
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Especialistas apontam que a adoção da IA pode dificultar o estabelecimento de responsabilidades em casos de falhas médicas. Este cenário poderia criar um ambiente juridicamente complexo, impactando profissionais e até pacientes.

Preocupações legais sobre o uso da IA
Segundo informações do portal The Guardian, o tema foi discutido em uma cúpula sobre inteligência artificial organizada pelo Journal of the American Medical Association. O evento reuniu médicos, representantes de empresas de tecnologia, órgãos reguladores, seguradoras, especialistas em ética, advogados e economistas.
O relatório final do encontro citou preocupações legais com a utilização da IA na área da medicina. Uma delas é a possibilidade que pacientes enfrentem dificuldades para provar que foram prejudicados por eventuais falhas médicas.

A interação entre as partes também pode apresentar desafios para entrar com uma ação judicial – elas podem apontar uma para a outra como a parte culpada, e podem ter um acordo existente realocando contratualmente a responsabilidade ou ter ações judiciais de indenização.
Glenn Cohen, professor da faculdade de direito de Harvard, nos EUA
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Atuação das ferramentas precisa ser avaliada
- O documento também levanta preocupações sobre como as ferramentas de IA são avaliadas antes do uso por médicos.
- Atualmente, a maioria delas não conta com a supervisão de órgãos reguladores.
- Os especialistas alegam que é preciso criar uma legislação clara sobre o tema.
- Dessa forma, o uso da tecnologia dependeria do cumprimento de alguns requisitos, como eficácia.
- Neste cenário, tanto os médicos quanto os pacientes teriam maior segurança.