Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma nova pesquisa revelou como a vida e a morte de estrelas próximas influencia a formação planetária. Com simulações, os pesquisadores puderam entender como o momento da geração dos planetas afeta sua composição e densidade. O estudo foi publicado em setembro na revista científica Astrophysical Journal Letters.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Durante uma década, a equipe criou um software para estudar fenômenos astronômicos menores. Agora, uniram todas as peças para desenvolver o primeiro modelo de formação planetária totalmente integrada.

Leia mais:
- Registro inédito de planeta em formação mostra espirais de poeira
- Imagens trazem primeira evidência da formação de planetas em estrelas muito jovens
- Como planetas gasosos se formam? James Webb responde
“Era como ter a solução em mãos, esperando o problema certo. Percebemos que poderíamos modelar o sistema completo com apenas uma pequena adição de código no início”, relatou Jason Steffen, líder do estudo e professor da Universidade de Nevada, em um comunicado.
Segundo o pesquisador, o novo artigo pode ajudar a explicar por que planetas rochosos antigos são mais densos. A descoberta também sugere que os ingredientes necessários para a vida não chegaram todos juntos.
Massa das estrelas mortas influencia a estrutura dos planetas
Os planetas se formam dos resíduos de estrelas mortas. Materiais como oxigênio, silício e ferro estão presentes no interior estelar e são liberados quando esses astros explodem em supernovas. No entanto, diferentes estrelas têm períodos de vida distintos, o que influência a estrutura dos planetas.
Segundo o estudo, estrelas massivas queimam rápido, em cerca de 10 milhões de anos, e liberam materiais como silício e magnésio. Esses elementos formam as camadas externas dos astros rochosos, gerando planetas com mantos maiores e núcleos menores.
Já as estrelas com menos massa vivem por bilhões de anos. Ao explodirem, liberam elementos pesados, como ferro e níquel, materiais essenciais para os núcleos planetários, criando planetas com centros metálicos mais densos e volumosos.

O estudo simulou todo o ciclo da formação planetária, desde o nascimento das estrelas até a estruturação interna dos planetas. Isso deu pistas sobre as condições para o surgimento da vida.
“Uma implicação dessas descobertas é que as condições para a vida não surgem imediatamente. Muitos dos elementos necessários para um planeta habitável e para os organismos vivos são disponibilizados em diferentes momentos da história galáctica”, concluiu Steffen.