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Lançado após anos de expectativa e mudanças de direção, “Tron: Ares” marca o retorno de uma das franquias de ficção científica mais icônicas do cinema. O novo capítulo chega com ação, tecnologia e filosofia digital, explorando os limites entre o mundo real e o virtual com uma estética futurista.
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Dessa vez, a trama aposta em um tom mais humano, com um protagonista dividido entre o dever e a consciência sobre o impacto das inteligências artificiais.
A produção é estrelada por Jared Leto, que vive Ares, um programa enviado ao mundo real em uma missão perigosa. O enredo retoma conceitos do universo de “Tron: O Legado”, mas apresenta novos personagens e conflitos que expandem o ciberespaço de forma ambiciosa.
O filme traz de volta a atmosfera neon e a trilha sonora eletrônica , que sempre foram marcas registradas da franquia, além de efeitos visuais de última geração que reforçam a imersão.
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Com o lançamento, uma dúvida comum entre os fãs surgiu: “Tron: Ares” tem cena pós-créditos? A resposta é sim! Há uma única cena breve, exibida logo após o término do filme, que traz uma conexão direta com o final da história e insinua o futuro da saga. Saiba mais na matéria a seguir!

Veja o final explicado de Tron: Ares
⚠️ALERTA DE SPOILERS: a partir daqui, o texto contém detalhes sobre o desfecho de “Tron: Ares”.
Em “Tron: Ares”, acompanhamos o protagonista sendo transportado do mundo digital para o mundo real, em uma tentativa ousada de estabelecer contato entre humanos e programas. O conflito central gira em torno de uma empresa de tecnologia que busca usar IA de forma descontrolada, despertando questionamentos éticos e morais sobre o que significa ter consciência. Ares, que antes era visto como ferramenta, desenvolve empatia e livre-arbítrio, se tornando um elo entre os dois mundos.
No final do filme, Ares precisa escolher se vai cumprir sua missão e garantir o domínio das máquinas sobre o mundo físico, ou se sacrificar para impedir que a humanidade perca o controle sobre sua própria criação. A decisão traz um desfecho emocional, com o personagem optando por salvar os humanos, mesmo sabendo que isso pode significar sua própria extinção.
Logo após os créditos principais, surge a única cena pós-créditos de “Tron: Ares”. Nela, vemos o sistema digital se reiniciando lentamente, em uma sequência visual que sugere que Ares pode não ter desaparecido completamente.
Um novo programa aparece, observando os resquícios de código deixados por ele, o que indica que parte de sua consciência sobreviveu e poderá retornar em futuras produções. A cena também faz referência a um arquivo nomeado “Flynn Legacy”, sugerindo que o legado do personagem original ainda influencia os eventos.

A função da cena é mais simbólica do que narrativa, mas serve como uma ponte entre o encerramento da história e o que pode vir a seguir. Ela reforça a ideia de que o universo Tron está em constante evolução e que a fusão entre o digital e o humano ainda reserva muitos desdobramentos. Para os fãs, é um indício de que a Disney pretende manter o projeto vivo e talvez o expandir em novas mídias ou séries.
Vale lembrar que “Tron: Ares” não traz múltiplas cenas pós-créditos. Ou seja, quem assistir à primeira sequência após o término do filme não precisa permanecer até o fim dos créditos finais. Mesmo assim, vale a pena ficar para ver a primeira cena, já que o conteúdo serve como uma homenagem à trajetória da franquia e deixa em aberto possibilidades para o futuro de Ares e do mundo virtual.