Siga o Olhar Digital no Google Discover
Nos últimos dias, alunos, funcionários e afiliados da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, receberam vários e-mails inusitados. Eles supostamente teriam sido enviados pela Escola de Pós-Graduação em Educação (GSE) da instituição.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
No entanto, quem disparou as mensagens foi um grupo de hackers. “Temos práticas de segurança terríveis e somos completamente não meritocráticos. Adoramos quebrar regras federais como a FERPA (todos os seus dados vazarão)”.

Investigação já está em andamento
- Segundo informações do portal TechCrunch, o porta-voz da Universidade da Pensilvânia, Ron Ozio, afirmou que o caso está sendo investigado internamente.
- No entanto, ele não confirmou se algum dado foi realmente roubado pelos criminosos.
- A orientação é que ninguém aceite as condições dos hackers, que exigem a interrupção total das doações para a instituição.
- Caso isso não aconteça, eles ameaçam vazar as informações.
Leia mais
- Ataque à Jaguar Land Rover pode ser o mais caro da história do Reino Unido
- EUA emitem alerta por ataque hacker a redes governamentais
- De CPF a signo chinês: site de venda de ingressos vazava seus dados

Ataque dos hackers pode ter viés político
O caso ocorre logo depois que a universidade rejeitou a oferta da Casa Branca de assumir compromissos alinhados com a agenda do governo Trump em troca de financiamento federal. O “Pacto para a Excelência Acadêmica no Ensino Superior” exige a abolição das chamadas ações afirmativas, criadas com o objetivo de promover a reparação e a superação das desigualdades sociais.
Os signatários também seriam obrigados a tomar medidas contra quem “pune, menospreza e até estimula a violência contra ideias conservadoras”. Além disso, seria necessário limitar as matrículas de estudantes estrangeiros em 15% e exigir testes padronizados para admissão.

Em comunicado, a Universidade da Pensilvânia afirmou que as condições unilaterais do pacto entram em conflito com o ponto de vista, a diversidade e a liberdade de expressão. Ainda destacou que esses são pontos centrais para a forma como as universidades contribuem para a democracia e para a sociedade.