Siga o Olhar Digital no Google Discover
Há menos de dois anos, o TikTok era tratado como ameaça urgente em Washington. Líderes do Comitê Seleto da Câmara sobre a China o comparavam a um “fentanil digital”, acusando o aplicativo de manipular jovens e servir a interesses de Pequim.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Em meio a reuniões sigilosas e alertas de segurança nacional, parlamentares aprovaram com rapidez uma lei bipartidária obrigando a ByteDance a vender o aplicativo ou enfrentar uma proibição nos Estados Unidos.

Pressão diminui e acordo segue indefinido
- Quase um ano após o prazo final para o banimento, o TikTok continua disponível — consequência direta da decisão do governo Donald Trump de prorrogar sucessivamente a aplicação da lei.
- A venda prometida a investidores americanos permanece travada, e muitos dos congressistas que impulsionaram a medida agora evitam comentar o impasse.
- Entre quase uma dúzia de legisladores procurados pelo The Verge, apenas a senadora Maria Cantwell respondeu, afirmando que o Congresso ainda não recebeu informações claras sobre como uma venda impediria danos potenciais associados aos algoritmos do TikTok.
- O restante manteve silêncio diante do prolongado descumprimento da lei — uma postura que, para analistas, revela desconforto em confrontar a Casa Branca.
Leia mais:
- O que é a Oracle? Veja sua relação com IA, TikTok, Meta e os Estados Unidos
- 4 dicas de segurança ao comprar no TikTok Shop
- 10 memes que viralizaram no TikTok desde sua popularização no Brasil em 2018

Detalhes nebulosos e dúvidas legais
O governo alega que o aplicativo está “prestes” a ser vendido, mas o acordo desenhado até agora levanta mais perguntas do que respostas.
A nova entidade americana seria avaliada em US$ 14 bilhões e controlada majoritariamente por empresas sediadas nos EUA, enquanto a ByteDance manteria participação minoritária.
Ainda não se sabe se a China permitirá a venda nem se o licenciamento do algoritmo — ponto central da negociação — atende às exigências da lei de desinvestimento, que proíbe vínculos operacionais com a empresa chinesa.
Parlamentares como John Moolenaar expressam preocupação, mas aguardam detalhes do governo.
Por ora, após meses de retórica dura, o Congresso observa à distância enquanto Trump redefine os termos da negociação — e ignora uma lei aprovada por ampla maioria, sem enfrentar resistência significativa de seus autores.

A análise original foi publicada no The Verge.