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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalizou, nesta sexta-feira (5), o teste público de segurança das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições de 2026. A verificação, realizada desde 2009, busca fortalecer a transparência do processo eleitoral e avaliar possíveis vulnerabilidades nos equipamentos antes de sua utilização oficial. A edição deste ano ocorreu entre 1º e 5 de dezembro e reuniu especialistas em tecnologia da informação, responsáveis por analisar diferentes camadas do sistema de votação. As informações são da Agência Brasil.
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Segundo o tribunal, os testes envolveram desde os componentes responsáveis pelo registro do voto até o código-fonte da urna eletrônica. Ao final da etapa, o TSE afirmou que não foram identificadas inconsistências relevantes e que a integridade do sistema permanece preservada.
Segurança das urnas eletrônicas como prioridade para 2026
A preocupação com a confiabilidade das urnas eletrônicas também aparece no relatório divulgado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Na publicação Desafios de Inteligência – Edição 2026, o órgão destaca que a segurança do processo eleitoral será um dos pontos centrais para o próximo ano, especialmente diante do avanço de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial.

O documento, elaborado em parceria com especialistas de universidades, centros de pesquisa e instituições governamentais, apresenta uma série de fatores que podem impactar a segurança nacional em 2026. Entre eles, estão ameaças tecnológicas, riscos geopolíticos e desafios climáticos.
Riscos mapeados pela Abin
A Abin listou cinco grandes desafios que exigem atenção especial do Estado brasileiro. Entre os tópicos apontados, estão:
- Segurança no processo eleitoral
- Transição para a criptografia pós-quântica
- Ataques cibernéticos autônomos com agentes de IA
- Reconfiguração das cadeias de suprimento global
- Dependência tecnológica e interferências externas

Para o diretor-geral da agência, Luiz Fernando Corrêa, muitos desses fatores já mostraram sinais de intensificação ao longo do último ano, reforçando a necessidade de preparação antecipada. A disputa global pela liderança no desenvolvimento de inteligência artificial e o uso de instrumentos econômicos como pressão política também foram destacados no levantamento.
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Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro de 2026, e o segundo para o dia 25 do mesmo mês, tanto o TSE quanto a Abin reforçam que a proteção das urnas eletrônicas e de todo o ecossistema eleitoral será fundamental para garantir eleições seguras e confiáveis.