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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) mantém uma fiscalização rigorosa sobre a venda de produtos de saúde pela internet, especialmente medicamentos e suplementos. Essa rigidez se justifica pela alta prevalência de itens sem registro, que representam um risco real de falsificação, dosagem incorreta ou presença de substâncias tóxicas.
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Quais são os principais riscos ao comprar remédios sem registro
O maior perigo ao adquirir um produto de saúde que não foi aprovado pelo órgão regulador é a completa ausência de controle sobre o que está dentro da embalagem. O consumidor fica vulnerável a diversos problemas que afetam tanto a saúde quanto o bolso.
- Falsificação: O produto pode não conter o princípio ativo declarado, agindo como placebo ou simplesmente não tratando a condição.
- Ingredientes Tóxicos: A fórmula pode incluir substâncias contaminantes ou proibidas que causam efeitos colaterais graves e irreversíveis.
- Dosagem Incorreta: Mesmo que o princípio ativo esteja presente, a concentração pode ser muito alta ou baixa, causando overdose ou ineficácia.
- Armazenamento Inadequado: Produtos vendidos fora de farmácias regulamentadas podem ter sido armazenados em condições que degradam sua eficácia, como calor excessivo.
A falta de rastreabilidade torna impossível saber a origem real do produto, deixando o comprador sem garantias e sem recurso em caso de dano à saúde.

Por que a fiscalização da anvisa é tão rigorosa
A ANVISA atua para garantir que apenas produtos com segurança, eficácia e qualidade comprovadas cheguem ao mercado. O registro exige testes clínicos detalhados e a inspeção das fábricas, algo que o comércio online não regulamentado ignora.
A proibição de vendas não autorizadas pela internet é uma medida de saúde pública para proteger a população de fraudes. A venda de medicamentos é restrita a canais que seguem normas específicas de armazenamento, dispensação e acompanhamento farmacêutico.

Como identificar um suplemento ou medicamento legalizado
Mesmo suplementos alimentares e produtos naturais devem seguir regras sanitárias. O consumidor tem maneiras simples de checar a legalidade de um item antes de finalizar a compra, garantindo que ele passou pelo crivo da agência reguladora.
- Procure o número de registro na embalagem, que deve ser apresentado de forma clara.
- Verifique se o produto está listado no site oficial da ANVISA ou se o fabricante é conhecido.
- Compre apenas em farmácias, drogarias ou estabelecimentos de saúde licenciados e reconhecidos, evitando marketplaces de terceiros.
- Desconfie de promessas milagrosas e preços muito abaixo do mercado, que são típicos de produtos falsificados.
Abaixo um vídeo do canal katharine.pereira no TikTok, explicando como verificar se um medicamento é legalizado pela Anvisa usando a consulta no site oficial do órgão.
A embalagem de um produto legalizado deve sempre conter informações claras sobre a composição, o lote e o prazo de validade, além do nome e contato do responsável técnico.
Qual o real custo de investir em produtos proibidos
A tentação de pagar menos ou de experimentar uma solução rápida para um problema de saúde é grande. No entanto, o “preço” de um medicamento falsificado é muito mais alto do que o valor economizado na compra.
O uso de substâncias desconhecidas ou adulteradas pode levar a complicações de saúde que exigirão tratamentos médicos caros e prolongados. Não vale a pena arriscar sua segurança e bem-estar por uma promessa de cura vendida de forma ilegal na internet.
Antes de usar qualquer item para a sua saúde, priorize sempre a orientação de profissionais médicos e farmacêuticos e verifique a procedência do produto. Compartilhe este alerta para proteger outras pessoas.