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Quando a gente pensa em prédios, normalmente imagina consumo: luz ligada, elevador subindo, ar-condicionado funcionando. Mas algumas construções estão virando o jogo e passando a produzir a própria energia, ajudando até a abastecer o entorno. Parece futuro, mas já está acontecendo agora em várias cidades. Confira informações publicadas na revista Energies e na USP.
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Prédios que produzem energia realmente funcionam segundo estudos recentes?
Estudos publicados na revista científica Energies e relatórios da Agência Internacional de Energia indicam que edifícios com painéis solares integrados podem suprir entre 40% e 60% da própria demanda elétrica anual, dependendo do projeto e da incidência solar.
No Brasil, pesquisas conduzidas pela Universidade de São Paulo em parceria com concessionárias como a Enel mostram que construções com microgeração distribuída reduzem custos de energia, aliviam a rede pública e ajudam a criar micro-redes urbanas mais resilientes e eficientes.

Como prédios que geram energia estão mudando o jeito de viver nas cidades?
A ideia de um prédio que se sustenta energeticamente chama atenção porque muda a lógica urbana tradicional. Em vez de só consumir da rede elétrica, essas construções passam a produzir energia limpa no próprio local.
Isso impacta direto a vida urbana: menos dependência de apagões, contas mais previsíveis e bairros mais resilientes. Em cidades grandes, onde energia é sempre um desafio, isso faz muita diferença.
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Onde essa tecnologia aparece no dia a dia urbano?
Esses prédios já estão presentes em escritórios, universidades, condomínios residenciais e até centros culturais. Painéis solares no telhado deixaram de ser exceção e viraram parte do projeto arquitetônico.
Em alguns casos, a energia gerada é maior do que o consumo do prédio em determinados horários, permitindo que o excedente seja enviado para a rede pública e beneficie a vizinhança.
Quanto custa e o que realmente compensa nesse modelo urbano?
Antes de listar os números, vale entender que o custo inicial é maior, mas o retorno aparece no médio e longo prazo, principalmente em cidades com alta incidência solar.
Painéis solares integrados
Investimento variável conforme potência, área e tipo de instalação.
Sistema de baterias
Amplia autonomia e aproveitamento da geração ao longo do dia/noite.
Economia anual na conta
A economia depende do consumo, tarifa local e dimensionamento do sistema.
Retorno do investimento
Prazo típico considerando geração, custos e cenário de consumo.
O que parece caro no começo vira vantagem com o tempo, especialmente em prédios coletivos.

Os prédios que produzem energia são o futuro das cidades
A tendência é clara: construções mais inteligentes, conectadas e sustentáveis. Cidades que incentivam esse modelo ganham em eficiência energética, qualidade de vida e redução de impacto ambiental. Com tecnologia avançando e custos caindo, prédios que geram energia deixam de ser novidade e passam a ser regra em projetos urbanos modernos.
Entender essas soluções ajuda a enxergar a cidade como um organismo vivo, que pode produzir, compartilhar e evoluir. E viver em um lugar que pensa energia de forma inteligente torna o dia a dia mais prático, econômico e conectado com o futuro urbano.