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Imagine estar trabalhando em equipe e, do nada, levar um soco do seu colega de trabalho. No mundo marinho, pesquisadores flagraram polvos fazendo exatamente isso com peixes parceiros durante a busca por comida.
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Como funciona a caça colaborativa no fundo do mar
De acordo com um estudo publicado na revista Ecology, essa interação agressiva ocorre mesmo quando a parceria parece ser benéfica para ambos os lados envolvidos.

Por que os polvos agridem seus parceiros de equipe?
Embora pareça um comportamento puramente gratuito ou maldoso, os cientistas acreditam que existem razões práticas para esses “murros” subaquáticos. A agressão pode servir como uma ferramenta de controle social para manter a ordem durante a caça.
- Gestão de benefícios: O polvo afasta peixes que tentam roubar a presa capturada.
- Punição por preguiça: Peixes que não colaboram ativamente podem ser “incentivados” a se mover.
- Dominação territorial: O cefalópode reafirma quem é o líder daquela operação de busca.
Diferenças de comportamento entre espécies
Nem todos os peixes reagem da mesma forma e nem todos os polvos são igualmente agressivos. A tabela abaixo resume como essas interações variam dependendo dos envolvidos na caçada colaborativa.

A inteligência e a personalidade complexa dos cefalópodes
Esse comportamento reforça a ideia de que os polvos possuem personalidades distintas e uma capacidade cognitiva invejável. Eles não apenas reagem ao ambiente, mas tomam decisões baseadas na análise do comportamento de outros animais ao seu redor.
A ciência continua a investigar se esses murros podem ter motivações puramente emocionais, o que os tornaria ainda mais parecidos conosco em situações de estresse coletivo. Entender essas nuances ajuda a mapear como a inteligência evoluiu de formas tão diferentes no oceano.
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