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A Alphabet, empresa controladora do Google, chegou a US$ 4 trilhões em valor de mercado nesta segunda-feira (12). O valor supera os R$ 21,4 trilhões, na conversão direta. A alta nas ações foi impulsionada pelo ânimo em relação à inteligência artificial, principalmente com a popularização do Gemini.
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A Alphabet é a quarta big tech a atingir tal valor, mas não conseguiu mantê-lo durante o dia.

Alphabet chega a US$ 4 trilhões
Segundo o Wall Street Journal, as ações da Alphabet subiram 1,66% durante esta segunda, atingindo um recorde de US$ 334,04. Com isso, a avaliação de mercado chegou aos US$ 4,03 trilhões durante um período do dia, mas não se manteve assim.
Com isso, a Alphabet se torna a quarta big tech a alcançar esta marca, após Nvidia, Apple e Microsoft. Das quatro, apenas a Nvidia conseguiu se manter acima dos US$ 4 trilhões. Apple voltou para os US$ 3,8 trilhões e Microsoft, para os US$ 3,6 trilhões.

Avanços do Google e destaque para o Gemini
A valorização reflete o otimismo dos investidores com os avanços do Google (que pertence à Alphabet) em inteligência artificial. O lançamento do modelo Gemini 3 colocou a empresa em posição de destaque, com elogios por parte de especialistas e resultados positivos em testes de referência (inclusive superando modelos concorrentes).
A base de usuários também cresceu rapidamente: o serviço já soma mais de 650 milhões de usuários mensais, frente aos cerca de 450 milhões registrados no meio do ano passado.
O avanço aumentou a pressão sobre rivais, como a OpenAI e a Anthropic. Embora o ChatGPT continue sendo o mais popular do mercado e o Claude seja amplamente reconhecido por suas habilidades em programação, o Gemini passou a ser visto como uma solução mais versátil, capaz de atender a uma gama maior de aplicações.
Um sinal claro dessa força veio da Apple. A empresa anunciou que utilizará o Gemini como base para uma versão mais personalizada da Siri, prevista para estrear ainda este ano.

Alphabet deu a volta por cima
Como lembrou o WSJ, a trajetória recente da Alphabet contrasta com o cenário de incerteza vivido após o lançamento do ChatGPT, em 2022, quando investidores temiam que os chatbots reduzissem o tráfego do buscador do Google. Na época, a empresa foi criticada por demorar a reagir ao boom de IA.
Desde então, o Google acelerou sua estratégia. Na conferência anual de desenvolvedores, em maio, apresentou uma série de produtos baseados em IA e reformulou seu mecanismo de busca com o chamado Modo IA, que responde perguntas em formato conversacional.
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A adoção crescente do Gemini, chatbot da empresa, também ajudou a consolidar o avanço do Google. Ferramentas como o gerador de imagens Nano Banana chamaram atenção dos usuários para as capacidades do modelo.
Prova dos resultados positivos da Alphabet está nos ganhos financeiros. A empresa divulgou recentemente uma receita trimestral recorde, com destaque para o crescimento de 34% no negócio de computação em nuvem, que se consolidou como um dos principais motores de faturamento.