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Segundo a Nasa e a NOAA (agência norte-americana que monitora as condições dos oceanos e da atmosfera), o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica foi neste ano o menor já registrado desde 1982.
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O ozônio é uma molécula composta por três átomos de oxigênio (O3). A cerca de 40 Km de altura estas moléculas formam uma camada que envolve nosso planeta e nos protege da radiação ultravioleta do sol, que em excesso pode causar queimaduras, câncer de pele ou cataratas.
O buraco se forma sobre a Antártica durante a primavera no hemisfério sul, entre os meses de setembro e o início de dezembro, e desaparece quase que completamente durante o inverno. É causado pela interação da luz solar e ar mais quente da atmosfera com partículas de CFCs (Clorofluorcarbonos), gases que eram largamente usados na produção de aerosóis e sistemas de refrigeração. Embora sua produção e uso tenha sido banida por um acordo internacional em 1989, estes gases tem longa duração na atmosfera, o que junto com um mercado negro explica sua contínua interação com a camada de ozônio desde então.
Neste ano o tamanho máximo do buraco foi de 16,4 milhões de quilômetros, enquanto o tamanho típico é de 20,7 milhões de quilômetros. É o menor buraco desde que foi descoberto, em 1982. Isso não significa que a camada de ozônio esteja se recuperando rapidamente: segundo a Nasa, o motivo foram padrões climáticos anormais na estratosfera, que levaram a temperaturas mais altas que o normal.
Estes padrões são incomuns, mas não inéditos: condições similares foram vistas em 1988 e 2002. Os cientistas não sabem pelo que são causadas, mas até o momento não há uma relação direta entre elas e as mudanças climáticas que ocorrem em nosso planeta.
Fonte: Nasa