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Um grupo de cientistas da Alemanha e dos Estados Unidos se uniram para a criação do projeto chamado TNG50. A proposta inclui uma simulação que representa a formação de uma galáxia com mais de 13 bilhões de anos. Para tornar a ideia possível, eles utilizaram um supercomputador.
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Enquanto as simulações feitas anteriormente tiveram que escolher entre mostrar uma visão ampla ou ter riqueza de detalhes, o TNG50 pôde fazer ambos. Ele não apenas mostra como um universo inteiro pode ter sido formado nos 13,8 bilhões de anos após o Big Bang, como também dá aos cientistas a possibilidade de aproximar a imagem e ver a formação de uma única galáxia de maneira detalhada.
Os profissionais responsáveis pelo planeamento publicaram dois artigos sobre a simulação no jornal Monthly Notices of the Royal Astronomical Society no início do mês de novembro. A equipe por trás da simulação compartilhou um vídeo sobre a constituição de uma galáxia. Veja abaixo:
Os pesquisadores utilizaram o supercomputador Hazel Hen, localizado em Stuttgart, na Alemanha. Contudo, mesmo com uma máquina desse porte, a simulação levou um ano para ficar pronta. O resultado entregue pelo supercomputador está de acordo com o que os cientistas acreditam sobre o universo, assim como outras visualizações semelhantes, para prever a atividade que levou ao atual estado das coisas.
A simulação produziu mais do que apenas uma representação visual para dados conhecidos. Ela também forneceu novas ideias, incluindo detalhes anteriormente desconhecidos sobre o processo de formação de galáxias em disco.
“Experimentos numéricos desse tipo são particularmente bem-sucedidos quando você recebe mais do que investe”, disse o pesquisador Dylan Nelson, em comunicado. “Em nossa simulação, nós vemos fenômenos que não haviam sido explicitamente programados no código de simulação. Esses fenômenos emergem de uma forma natural, a partir da complexa interação dos ingredientes físicos básicos do nosso universo modelo”.
Os pesquisadores planejam liberar todos os dados do TNG50 em breve, possibilitanto e influenciando outros cientistas na busca por novos fenômenos.
Via: Futurism