Siga o Olhar Digital no Google Discover
A estudante de física Jennifer Briggs, da Universidade Pepperdine, Califórnia, descobriu um recuo incomum no campo magnético da Terra, e ligou o acontecimento à aparição de uma aurora nunca vista antes. Esta é a primeira vez que pesquisadores observam um fenômeno deste tipo originado por uma compressão no campo magnético do planeta.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Em circunstâncias normais, as auroras são vistas no céu quando muitas partículas de alta energia do Sol, chamadas de vento solar, inundam a Terra. No entanto, os cientistas não encontraram nenhuma atividade incomum ou intensificada que pudesse levar a tal resultado.
Os pesquisadores ainda não sabem ao certo por que a crise magnética aconteceu, mas acreditam que uma tempestade sem precedentes na região onde o campo magnético encontra partículas do Sol possa ser a causa do fenômeno. Ainda assim, mesmo que a hipótese seja verdadeira, não se sabe de onde a tempestade veio e o que a causou.
A estudante realizou a descoberta por acaso, ao identificar a aurora incomum em imagens do céu de Svalbard, na Noruega, perto do Círculo Polar Ártico. “Você pode imaginar alguém perfurando o campo magnético da Terra”, disse Briggs. “Houve uma compressão massiva, mas localizada”. Um vídeo divulgado pela Nasa mostra a aurora se contorcendo em padrões atípicos.

Via: Business Insider