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O grande dia da startup de voos espaciais Astra chegou. Se tudo der certo, o foguete Rocket 3.1 irá decolar do Complexo Espacial do Pacífico na ilha Kodiak, no Alaska, às 23h (horário de Brasília) e a empresa terá conquistado sua primeira órbita.
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O caminho não foi nada fácil. Danos ao sistema, o mau tempo, a pandemia de Covid-19 e até mesmo um terremoto na costa de Kodiak atrasaram o lançamento. O plano original era decolar com o antecessor do Rocket 3.1, batizado de Rocket 3.0.
No entanto, no dia da decolagem, os engenheiros notaram alguns problemas que poderiam ser prejudiciais para o equipamento. Por conta disso, o Rocket 3.0 permaneceu no solo e a responsabilidade pela primeira decolagem da empresa recaiu sobre o Rocket 3.1.
O investimento veio da Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa dos Estados Unidos (Darpa), que realizou uma competição chamada Darpa Launch Challenge para incentivar o desenvolvimento de foguetes particulares que poderiam lançar cargas eficientemente em pouco tempo.

Rocket 3.1 no Pacific Spaceport Complex na Ilha Kodiak, no Alasca. Imagem: John Kraus/Astra
“Para este voo, nossa primeira tentativa orbital, nosso objetivo principal é atingir uma queima de primeiro estágio nominal. Se chegarmos até aqui, ficaremos felizes com nosso progresso e estaremos bem encaminhados para alcançar a órbita em três voos. Quanto mais realizamos, mais aprendemos e mais perto estamos de alcançar a órbita”, escreveu a Astra em um comunicado.
O Rocket 3.2 já está quase completo e o Rocket 3.3 em pleno desenvolvimento. “Não importa o que aconteça com o Rocket 3.1, garantimos que estamos preparados para aprender, melhorar e retornar à plataforma de lançamento com um veículo mais capaz e o mais rápido possível”, completou a empresa.
Esta é uma missão de demonstração e, portanto, o Rocket 3.1 não terá uma carga útil. “Não achamos apropriado arriscar o satélite de um cliente em nossa primeira tentativa de lançamento orbital. Dito isso, se o Rocket 3.1 entrar em órbita, o veículo enviará um sinal eletrônico que simula a implantação de um satélite”, afirma a Astra.