Siga o Olhar Digital no Google Discover
Na sexta-feira passada, o Sol emitiu a luz mais forte desde outubro de 2017. O fenômeno é resultado de uma erupção solar detectada pela sonda Solar Synamics Observatory, da Nasa.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
As explosões são classificadas em três categorias: C, M e X. Cada uma delas é dez vezes mais poderosa que a anterior. A erupção da semana passada é de classe M. Como não era voltada para a Terra, não há chance da formação de auroras boreais sobrecarregadas.
Apesar disso, pode ser um sinal de que o Sol está entrando na fase mais ativa de seu ciclo de 11 anos. Atualmente, os cientistas atribuem o início de um novo ciclo ao “mínimo solar”, o momento em que a estrela tem menos manchas e atividade.