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Na última sexta-feira (31), a Fiocruz, do Ministério da Saúde, e a AstraZeneca assinaram um acordo para a transferência de tecnologia e produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa e a Universidade de Oxford. É previsto um investimento de R$ 522 milhões na infraestrutura de Bio-Manguinhos, unidade produtora de imunizantes.
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“Demos mais um passo importante para a formalização do acordo entre os laboratórios. Essa ação do governo federal significa um avanço para o desenvolvimento de tecnologia nacional e de proteção da população brasileira”, destacou a diretora de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Camile Giaretta.
O acordo prevê que, caso se prove eficaz e segura, a vacina seja produzida no Brasil a partir de dezembro. Nos primeiros dois meses, são esperadas 30 milhões de doses, enquanto mais 70 milhões de imunizantes estão previstos para o primeiro semestre de 2021.
Além disso, a Fiocruz recebeu informações técnicas necessárias para definir os equipamentos necessários para a produção da vacina da AstraZeneca. Com isso, a instituição estará à disposição para a produção da vacina, aumentando a capacidade de fornecer a imunidade aos brasileiros.
Acordo garante produção de vacina desenvolvida pela Oxford no Brasil. Foto: University of Oxford via AP
Por fim, foi estabelecido um comitê de acompanhamento técnico-científico associado às vacinas para o novo coronavírus. A coordenação ficou por conta de Marco Krieger, vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, e conta com a participação de especialistas da USP, da UFRJ e da UFG.
Rússia pode iniciar produção de vacina em outubro
Na corrida global para garantir doses de vacinas contra o coronavírus, a Rússia anunciou no sábado (1º) que planeja iniciar a vacinação em massa já em outubro. Com o comunicado, realizado pelo ministro da Saúde, Mikhail Murashko, a Rússia pode se tornar o primeiro país a iniciar uma campanha de imunização da população contra o vírus Sars-Cov-2.
Segundo o ministro, o Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei finalizou os testes clínicos e está cuidando das documentações para dar início à campanha de vacinação. De acordo com a imprensa internacional, profissionais de saúde e professores devem compor o primeiro grupo a ser imunizado.
Via: Folhapress