Siga o Olhar Digital no Google Discover
Em 22 de janeiro, a China tomou uma decisão que seria um passo crucial na estratégia para conter o surto do coronavírus: impedir todos os meios de transporte de deixar Wuhan, epicentro da infecção. A medida colocou 11 milhões de pessoas em quarentena, enquanto autoridades de saúde trabalham para tratar indivíduos que adoeceram e impedir a propagação do vírus.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O estado de isolamento não só afetou a circulação para fora da cidade, mas também dos moradores. Imagens de satélite compartilhadas pela Planet Labs e Maxar Technologies, mostram que a metrópole parou, se transformando praticamente em uma cidade fantasma.

O aeroporto, normalmente ocupado, interrompeu completamente as operações. O efeito das viagens aéreas foi sentido em todo o país – especialmente nos voos internacionais, que caíram vertiginosamente. Em 2 de fevereiro, por exemplo, a China registrou um cancelamento de 222 partidas e 238 chegadas, segundo o serviço de rastreamento de companhias aéreas FlightAware.

Entretanto, esse estado de calmaria não se estendeu para alguns outros setores como o de construção. Dois novos hospitais foram construídos quase da noite para o dia. O objetivo dessas instalações é o de cuidas de pacientes infectados. Até o momento, já são mais de 30 mil casos confirmados e 600 mortes pelo coronavírus.
Via: Technology Review