Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma das preocupações dos especialistas – especialmente em relação ao retorno seguro às aulas nas escolas – é que muitos dos testes de vacina conta a Covid-19 estão sendo conduzidos em adultos. E como crianças e adolescentes não fazem parte do grupo de risco, mesmo com uma vacina disponível, eles não devem estar entre os primeiros contemplados.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
A Johnson & Johnson, porém, anunciou que planeja testar sua vacina experimental em jovens de 12 a 18 anos. “Planejamos ir para as crianças assim que possível, mas com muito cuidado em termos de segurança”, afirmou o pesquisador de vacinas na unidade Janssen da J&J, Jerry Sadoff. A depender da evolução dos estudos, de acordo com Sadoff, os testes podem ser feitos com crianças ainda mais jovens.
A farmacêutica retomou na semana passada seu ensaio clínico de fase 3, após interrompê-lo quando um voluntário registrou uma “doença não-explicada”. De acordo com a empresa, uma avaliação completa foi realizada com o participante do estudo, mas “nenhuma causa clara foi identificada”. A J&J garante, porém, que “não encontrou evidências de que a vacina candidata tenha causado o evento”.

Vacina em desenvolvimento pelo laboratório Jansen. Imagem: Johnson & Johnson/Jansen/Divulgação
Mas nessa corrida a empresa larga em segundo lugar. A rival Pfizer já começou a testar a vacina da Covid-19, em desenvolvimento com a alemã BioNTech da Alemanha, em crianças a partir dos 12 anos. A J&J disse em um comunicado que atualmente está em discussões com órgãos reguladores respeito da inclusão da população pediátrica em seus ensaios, e não ofereceu um cronograma para o estudo.
A base para a vacina, entretanto, é a AdVac, um composto usado para combater o Ebola e que foi aprovado na Europa no início deste ano e usado em mais de 100 mil pessoas, incluindo bebês, crianças e mulheres grávidas. “A maioria das toxicidades virá da plataforma e não da colocação de um inserto diferente na plataforma”, explica Paul Spearman, diretor da divisão de doenças infecciosas do Hospital Infantil de Cincinnati, em entrevista à Reuters.
Via: Reuters