Siga o Olhar Digital no Google Discover
Depois do anúncio da paralisação das pesquisas com a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, a Rússia aproveitou a situação para promover a sua própria iniciativa, a polêmica Sputnik V, reforçando a sua segurança.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Kirill Dmitriev, diretor do Fundo Russo de Investimento Direto (RFPI), que tem gerenciado e promovido o desenvolvimento da vacina, afirmou nesta quarta-feira (9) que não se manifestaria sobre a interrupção da vacina da AstraZeneca. No entanto, aproveitou, sim, para contar vantagem sobre o projeto de seu país.
Dmitriev ressaltou potenciais vantagens de desenvolver a vacina utilizando um adenovírus humano como vetor para a vacina, em vez da utilização do adenovírus utilizado pela AstraZeneca, que é, na verdade, um vírus de chimpanzés, ou o desenvolvimento das vacinas genéticas, como as pesquisadas por empresas como Moderna e Pfizer.
“Chamamos a atenção para um editorial anteriormente publicado, no qual o chefe do RFPI, Kirill Dmitriev, tocou a questão da muito mais estudada plataforma de vetores de adenovírus humanos em comparação com plataformas novas e não estudadas de produção de vacina, tais como os vetores de adenovírus de macaco ou RNA mensageiro”, diz o comunicado publicado pelo fundo.
“A segurança dos vetores de adenovírus humanos, aplicados na vacina Sputnik V, foi comprovada ao longo de décadas em mais de 250 testes clínicos, e eles são a plataforma mais compatível com o ser humano de entrega de material genético durante a criação de vacinas, uma vez que as pessoas coexistem com os adenovírus humanos há mais de 100 mil anos”, conclui o comunicado.
Apesar do otimismo russo, até o momento a vacina desenvolvida pelo Instituto Gamaleya foi aplicada e testada em pouquíssimas pessoas, o que não permite concluir se ela é realmente segura e eficaz como o RFPI tenta promover. A vacina passou pelas fases 1 e 2 de teste e agora entra na terceira e decisiva etapa, mesmo com a proposta de distribuição antes da conclusão dos experimentos.