Estudo diz que Oumuamua não é iceberg cósmico

Acsa Gomes
Acsa Gomes 20/08/2020 21:16, atualizada em 20/08/2020 23:12

O Oumuamua continua a intrigar os cientistas. Descoberto em 2017, o objeto de origem interestelar é diferente de tudo o que já se viu: com 400 metros de comprimento e trajetória acelerada, ele não tem características consistentes que o classifiquem como cometa ou asteroide. Por isso, até hoje, não existe consenso sobre sua categorização.

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Há quem acredite que se trata de uma sonda alienígena enviada para espionar a Terra. Desde a descoberta do Oumuamua, o astrofísico Abraham Loeb, da Universidade de Harvard, afirma que, ao descartar a hipótese de origem extraterreste, não há outra explicação plausível para o objeto.

Para outros cientistas essa teoria é tolice. Darryl Seligman, da Universidade de Chicago, apresentou uma hipótese para a origem do objeto. Segundo ele, o Oumuamua seria um grande pedaço de hidrogênio congelado, um iceberg cósmico, formado de partículas sólidas de hidrogênio que se juntaram a pequenos grãos de poeira estelar.

Nesta semana, Loeb publicou um estudo que contesta os pontos apresentados por Seligman. Para ele, icebergs de hidrogênio têm origem em nuvens moleculares gigantes e a nuvem molecular mais próxima é muito distante para que um iceberg viajasse até a Terra sem derreter. Confira mais detalhes em nosso site, www.olhardigital.com.br.

Acsa Gomes
Acsa Gomes

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.

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