Siga o Olhar Digital no Google Discover
Ransonware, um tipo de malware que criptografa arquivos e documentos de um ou de vários computadores de uma rede e depois exige um resgate da vítima, foi o tipo de ciberataque mais comum no último ano. Ataques se tornarem mais sofisticados e hackers estão com um foco cada vez maior em dispositivos de Internet das Coisas.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Essas são algumas das tendências apontadas pelo relatório anual da Microsoft, “Digital Defense Report“, que cobre as tendências de segurança cibernética dos últimos doze meses. O documento ainda destaca o papel de agentes patrocinado por países e grupos criminosos que mudaram sua infraestrutura para a nuvem para se esconder entre os serviços legítimos.
De acordo com a Microsoft, os hackers ainda exploraram a crise causada pela Covid-19 para reduzir seu tempo de permanência no sistema de uma vítima de ransomware. A ideia é aproveitar que as empresas estão com uma maior disposição de pagar o resgate e se livrar logo do problema. “Em alguns casos, os cibercriminosos passaram da invasão inicial ao resgate de toda a rede em menos de 45 minutos”, afirma o relatório.
Os padrões de ataque demonstram que os cibercriminosos sabem quando as empresas estarão mais vulneráveis – como em feriados. “Eles estão cientes de quando as organizações estarão mais dispostas a pagar resgates do que a incorrer em períodos de inatividade, como durante os ciclos de faturamento nos setores de saúde, finanças e jurídico”, explica o documento.
Diversas frentes de batalha
“As ameaças de IoT estão em constante expansão e evolução”, afirma o relatório. No primeiro semestre de 2020, houve um aumento de 35% no volume total de ataques nessas plataformas em comparação com o segundo semestre de 2019.
Ainda no ano passado, o sistema de defesa digital da Microsoft bloqueou mais de 13 bilhões de e-mails maliciosos e suspeitos, dos quais mais de 1 bilhão eram URLs configuradas com o propósito explícito de lançar um ataque de phishing para roubar credenciais. “Os invasores são oportunistas e trocam os temas das iscas diariamente para se alinhar aos ciclos de notícias, como visto no uso da pandemia Covid-19”, afirmam os pesquisadores da Microsoft.

Gráfico mostra como os ataques de phising relacionados à Covid-19 cresceram durante a pandemia e caíram nos últimos meses. Imagem: Microsoft/Reprodução
Apesar do receio causado pela doença, o volume geral de malware do último ano permaneceu “relativamente consistente” – só o tema que foi mais direcionado, aproveitando a “enxurrada de informações associadas à pandemia”. Mas de acordo com a empresa, nos últimos meses, o volume de ataques de phishing com o tema Covid-19 diminuiu.
A pandemia também foi utilizada por agentes à serviço de estados e nações. “Ataques com o tema ‘Covid’ tinham como alvo importantes organizações governamentais de saúde. Organizações acadêmicas e comerciais envolvidas na pesquisa de vacinas também foram visadas”, afirma a Microsoft. A maior parte da atividade originou-se de grupos na Rússia, Irã, China e Coréia do Norte.
O documento ainda alerta que organizações – sejam agências governamentais ou empresas – devem investir em pessoas e tecnologia para ajudar a impedir esses ataques. “As pessoas devem se concentrar no básico, incluindo a aplicação regular de atualizações de segurança, políticas de backup abrangentes e, especialmente, habilitar a autenticação multifator”, que, de acordo com a Microsoft, por si só teria evitado a grande maioria dos ataques bem-sucedidos.
Via: Microsoft Blog