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Uma empresa norte-americana chamada Grayshift surgiu recentemente na mídia dizendo ser capaz de desbloquear qualquer iPhone, incluindo o mais recente, o iPhone X. Agora, imagens e detalhes sobre o processo usado pela empresa foram descobertos.
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Uma outra empresa dos Estados Unidos, chamada Malwarebytes, responsável pelo software antivírus de mesmo nome, publicou uma extensa análise de um dispositivo chamado GrayKey, que é a chave para o desbloqueio operado pela Grayshift.
Trata-se de uma pequena caixa preta com 10 centímetros de largura, 10 centímetros de profundidade e 2 de altura. Dois cabos lightning saem da parte da frente do aparelho que servem para conectá-lo a até dois iPhones ao mesmo tempo.
Os aparelhos devem ficar conectados à caixa por dois minutos e, depois, devem ser desconectados. Após algum tempo, a tela do celular fica preta enquanto um malware tenta descobrir a senha do aparelho para, por fim, destravá-lo.
O tempo que o sistema leva para encontrar a senha varia de acordo com o tamanho do código de acesso. Segundo a Malwarebytes, pode durar de duas horas até três dias. Depois disso, ele deve ser ligado ao GrayKey de novo.
O aparelho agora consegue fazer um backup de todo o sistema e dos dados armazenados naquele iPhone. Esses arquivos, incluindo aqueles com criptografia, podem ser acessados por meio de um app para a web ou num computador conectado ao GrayKey.
Só o que permanece um mistério é o que acontece dentro daquela caixa preta. O Malwarebytes acredita que o dispositivo descarrega algum tipo de jailbreak no iPhone conectado, mas a fabricante do aparelho não revela o segredo.
A Grayshift oferece seus serviços à polícia e outros órgãos de vigilância governamentais. A caixa vem em dois modelos: um de US$ 15 mil, que depende de conexão com a internet, e outro de US$ 30 mil, que funciona offline.
A empresa norte-americana não é a única a oferecer o desbloqueio de iPhones. Uma companhia israelense chamada Cellebrite também diz ser capaz de furar a segurança de qualquer celular da Apple. Suspeita-se que ela até já prestou serviços ao FBI.