Siga o Olhar Digital no Google Discover
A grande ameaça do ano de 2018 para computadores e celulares tem nome: são as criptomoedas. A empresa de segurança Kaspersky revelou que foram registrados mais de 5 milhões de infecções com mineradores de criptomoedas, que usam o poder de processamento dos dispositivos infectados para gerar dinheiro para o cibercriminoso.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A empresa nota que a essa altura, no mesmo período de 2017, apenas 2,7 milhões de infecções haviam sido registradas por mineradores de criptomoedas, mostrando que este tipo de ataque está crescendo de forma rápida. O salto registrado foi de mais de 83% em um ano.
No caso específico dos dispositivos móveis, como celulares e tablets, o aumento nas infecções é bastante preocupante, de modo que o número chegou a aumentar em mais de cinco vezes. Em 2017, foram verificados apenas 1.986 aparelhos afetados, enquanto em 2018 esse número chegou a 10.242.
Essa “popularização” dos mineradores indesejados de criptomoedas foi tão forte que a ameaça tomou a liderança como a principal ameaça do mundo, tomando o lugar dos ransomwares, que dominavam o mercado de malwares com folga em 2017. Boa parte disso se deve à instalação e uso de softwares não-licenciados, como apps pirateados, nota a Kaspersky.
“A correlação é clara: quanto mais fácil é distribuir software não licenciado, mais incidentes de malware para mineração de criptomoedas foram detectados. Resumindo, atividades que normalmente não são consideradas perigosas, como o download e a instalação de software questionável, sustenta o que, possivelmente, é a maior história de ciberameaça deste ano: o crescimento da mineração mal-intencionada de criptomoedas”, afirma Evgeny Lopatin, especialista em segurança da Kaspersky Lab.