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Suspeito de comandar jogo da Baleia Azul é preso no Pará com apoio do Facebook

Renato Santino, editado por Leonardo Pereira 30/06/2017 20h30
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Você já pode ter ouvido falar no “jogo” da “Baleia Azul”, que chamou a atenção há algumas semanas por incentivar jovens a práticas danosas, como a automutilação e potencialmente até mesmo o suicídio. Após uma operação que envolveu a Polícia Civil do Pará e informações obtidas pelo Facebook, um dos suspeitos de fazer a curadoria do desafio acabou preso.

A Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos da Polícia Civil teve acesso à informação sobre o crime a partir da denúncia de uma mãe, preocupada com alguns dos desafios que sua filha estava cumprindo, o que causou algumas lesões corporais a ela.

A investigação levou os policiais à conclusão de que a vítima foi abordada por um dos “curadores” por meio de um perfil falso no Facebook. Após o primeiro contato, a garota recebeu um convite para participar de um grupo na rede social VK, que ficou conhecida como sucessora do finado Orkut por adotar vários conceitos do serviço do Google.

A partir dessas informações, os investigadores contataram o Facebook, que cedeu os dados de navegação do recrutador. Isso permitiu fechar o cerco contra o curador do desafio e identificá-lo, o que levou à prisão do suspeito.

Em comunicado, a Polícia Civil diz que não consegue quantificar os crimes ocorridos, dado o grande número de participantes identificados no grupo. Foram ao menos 88 pessoas encontradas em um único grupo, com a possibilidade de que mais vítimas possam ter sido contatadas por outros meios.

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