Minecraft para salas de aula ganha versão beta

A Microsoft lançou ontem a versão beta de Minecraft: Education Edition. Essa versão do Minecraft, anunciada em janeiro, é voltada especificamente para uso em escolas e salas de aula, e pode ser testada por professores a partir de agora, antes do lançamento da versão definitiva em setembro.

Um dos objetivos da Microsoft com o Minecraft educativo é dar aos professores uma ferramenta para ajudar seus alunos a se engajarem com as matérias de uma maneira mais lúdica. Eles podem, por exemplo, andar por uma recriação estilo Minecraft de locais ou monumentos históricos, ou de cenas tiradas de um livro.

Outro aspecto do jogo que favorece o aprendizado é a sua natureza colaborativa, que incentiva os jogadores a trabalharem juntos para antigir seus objetivos. Também ajuda o fato de que o jogo oferece um ambiente relativamente seguro para a exploração e para a criatividade - erros cometidos no jogo raramente têm consequências muito graves ou incontornáveis.

Versão educativa

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De acordo com o The Verge, o Education Edition terá alguns recursos específicos voltados para as salas de aula. Um deles será uma câmera funcional no jogo, que permite que os usuários tirem fotos de cenas e locais para mostrar aos outros depois. Outra delas será a existência de "lousas" no jogo que podem ser editadas pelos estudantes ou programadas pelos professores para mostrar mensagens aos estudantes que se aproximarem delas.

A maior diferença do dessa versão, no entanto, se chama "Classroom mode" ("modo sala de aula") e é uma espécie de painel de controle para professores no jogo. Ele mostra a localização de todos os jogadores em um mapa e permite que o professor se teletransporte instantaneamente para qualquer posição, além de permitir que ele dê recursos aos alunos e converse com eles por mensagens.

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Por enquanto, a versão beta do Minecraft: Education Edition será gratuita para uso em salas de aula. A partir do lançamento da primeira versão definitiva, no entanto, a Microsoft passará a exigir que as escolas comprem licenças do software por preços de US$ 1 a US$ 5 por estudante.





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