7 celulares ambiciosos que se transformaram em fracassos retumbantes

Nem toda aposta dá certo, e no mercado de tecnologia isso não é diferente. Frequentemente, vemos empresas apresentando novas ideias, reveladas como revolucionárias, mas que simplesmente não são absorvidas pelo mercado, resultando em fracasso de vendas.

Abaixo estão alguns dos modelos de celulares que traziam ideias novas, mas simplesmente falharam em atrair público.

Galaxy Note 7

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Nem precisamos discutir o motivo pelo qual o aparelho falhou, certo? O celular tinha tudo para ser o melhor do ano de 2016, com recursos e configurações capazes de fazer frente a qualquer concorrente. O problema é que as unidades começaram a explodir por causa de baterias defeituosas, forçando a Samsung a obrigar usuários a devolverem o aparelho e encerrar sua produção definitivamente.

LG G5

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A LG acabou se antecipando à Motorola e apresentou o primeiro celular modular, com acessórios que poderiam acrescentar ou aumentar funcionalidades do aparelho. No entanto, a ideia não pegou. Poucos acessórios foram produzidos e o público simplesmente não abraçou a ideia, que foi radicalmente melhorada pela Motorola com a introdução do Moto Z e do Moto Z Play, com módulos que se conectam ao aparelho de uma forma muito mais intuitiva, tornando o G5 obsoleto com poucos meses de mercado.

Lumia 950

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Antes de tudo, que fique claro: ninguém está falando que o Lumia 950 era ruim. No entanto, ele chegou em uma época estranha para o Windows nos celulares, em que a Microsoft já havia anunciado um reposicionamento estratégico. Depois do lançamento do celular, a companhia não revelou mais smartphones, apesar da expectativa pelo especulado “Surface Phone”.

O Lumia 950, infelizmente, é o símbolo uma série de apostas que não deram resultado para alavancar o Windows Phone e o Windows 10 Mobile, encerrando uma era. Resta saber se futuras investidas poderão ter maior sucesso.

iPhone 5c

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A razão de a Apple ser a empresa de tecnologia que mais lucra no mercado de celular, praticamente monopolizando o dinheiro dessa indústria, é a aposta em produtos premium. Você nunca (mais) vai ver um iPhone barato, porque essa não é uma briga na qual a Apple quer entrar.

No entanto, em 2013, a Apple achou que seria uma boa ideia introduzir o iPhone 5c, que nada mais era do que um iPhone 5 com revestimento de plástico, após fãs da marca atacarem a Samsung por anos devido ao acabamento com tal material, que a empresa usa nos celulares Galaxy. E a prova de que o público não gostou muito da ideia é que o modelo nunca foi atualizado, com materiais mais finos se tornando a norma em todos os lançamentos posteriores.

Projeto Ara

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O projeto nasceu dentro da Motorola, inspirado no conceito dos Phonebloks, apresentado em um vídeo no YouTube. Pouco tempo depois, o Google comprou e vendeu novamente a companhia, mas ficou com o projeto para si. Se você não se lembra, a ideia do Ara era permitir um nível de personalização e modularidade que seria infinitamente mais avançado do que os vistos no G5 e no Moto Z.

Acontece que foram vários anos de testes e experimentos. Em alguns momentos, parecia que era só uma questão de tempo, com o agendamento de um lançamento-teste em Porto Rico, e o fato é que o celular, que o Olhar Digital chegou a conhecer de perto, existiu, embora nunca tenha chegado ao público.

O primeiro e último Facebook Phone

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Por anos, especulou-se que o Facebook poderia entrar no mercado de hardware. Isso nunca foi completamente verdade; o mais perto que o mundo chegou de um Facebook Phone foi o HTC First, desenvolvido com uma parceria entre as duas empresas.

Mas o que era esse aparelho, afinal de contas? Nada mais do que um celular Android intermediário com um launcher especial do Facebook, o Facebook Home. A ideia era colocar a rede social na frente do sistema, facilitando a interação com seus contatos. O celular não era grande coisa, e as pessoas não gostavam tanto do Facebook assim para comprar um smartphone com esse foco. Tanto o HTC First quanto o app Facebook Home foram fracassos.

Microsoft Kin

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Se o Lumia 950 foi um fracasso nobre, o Kin foi a primeira grande bomba da empresa, e, dessa vez, foi por falta de qualidade mesmo. O aparelho, lançado em 2010, foi tão mal recebido que saiu das lojas menos de dois meses após o seu lançamento. O primeiro smartphone da Microsoft não poderia receber uma recepção pior, o que explica a decisão de comprar a Nokia antes de voltar a lançar celulares com a marca.

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