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Um estudo da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) divulgado nesta semana dá mais detalhes sobre como a internet e a tecnologia impactaram o consumo de música em todo o mundo, incluindo no Brasil.
Por aqui, 92% dos consumidores ouvem música pelo smartphone – o segundo índice mais alto do mundo. E 77% dos consumidores usam streaming, o que significa que somos o terceiro país que mais paga por esse tipo de serviço. Ainda assim, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelo rádio.
No mundo todo, 86% dos consumidores hoje ouvem suas canções prediletas por streaming, e 75% o fazem através do smartphopne. Entre os mais jovens, aqueles de 16 a 24 anos, o interesse por música online é ainda maior: 50% preferem streaming acima de qualquer outra opção.
Ainda de acordo com a IFPI, 38% dos entrevistados “obtém seus conteúdos usando métodos que violam direitos autorais”. O método mais popular, utilizado por 32% entre os piratas, é o “stream-ripping”, que consiste em serviços de streaming que têm como base torrents ou servidores de arquivos piratas.
Algumas ferramentas de stream-ripping são, basicamente, versões hackeadas do Spotify. O serviço tem uma opção gratuita de streaming, mas que inclui anúncios entre uma faixa e outra. Muitos piratas encontram formas de remover as propagandas em versões do app disponibilizadas por fora das lojas oficiais.
O estudo foi realizado em outros 19 países além do Brasil. Em cada região, a IFPI, que representa 1.300 gravadoras no mundo todo, entrevistou de 1.000 a 2.000 pessoas, de acordo com a população total do país. Os 20 países correspondem a 91,3% de toda a receita da indústria musical global em 2017.