Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma estimativa feita por Cientistas do Colégio Imperial de Londres afirma que o número de pessoas infectadas com o coronavírus 2019-nCoV pode ser muito maior do que os quase 4,5 mil casos confirmados.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Levando em consideração o tempo de atraso médio de 10 dias entre a infecção e a detecção, e que em média, cada paciente infectou entre 2 e 3 outras pessoas até 18 de janeiro – data do último registro utilizado na pesquisa, com dados da cidade de Wuhan, na China, epicentro do surto.
O estudo leva em conta estimativas anteriores do tamanho do surto em Wuhan com a modelagem computacional de possíveis trajetórias epidêmicas. Para os cientistas, as medidas de controle precisam bloquear bem mais de 60% da transmissão para serem eficazes no controle do surto.
“Na ausência de medicamentos ou vacinas antivirais, o controle depende da rápida detecção e isolamento de casos sintomáticos. No momento, não está claro se esse surto pode ser contido na China”, afirma o relatório do Centro de Pesquisa Médica do Conselho para Análise Global de Doenças Infecciosas.
O Colégio Imperial de Londres coloca então sua estimativa do número de casos só em Wuhan em 4 mil (atualmente são 2,7 mil), com uma margem que pode ir até 9,7 mil se forem considerados elementos ainda desconhecidos pelos pesquisadores. “As incertezas incluem o espectro de gravidade da doenças e se os casos com sintomas relativamente leves são capazes de transmitir o vírus com eficiência”, completa o documento.
Via MRC CGIDA