Siga o Olhar Digital no Google Discover
A China proibiu os fornecedores de vídeo e áudio na internet de utilizarem tecnologias de inteligência artificial e de realidade virtual para produzir informações falsas, como deepfake e fake news.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A regulamentação foi publicada na sexta-feira pela Administração do Ciberespaço da China (CAC) e entra em vigor no dia 01 de janeiro de 2020. O órgão informou que todas as infrações do tipo serão consideradas crime, mas não deu detalhes sobre as penas aplicáveis.
A nova regulamentação determina que os produtores de vídeos online “não estão autorizados” a utilizar tecnologias como “deep learning”, realidade virtual e inteligência artificial com o objetico de criar, distribuir e difundir informações falsas.
Segundo a CAC, essas tecnologias podem “perturbar a ordem social e violar os interesses da população, criando riscos políticos, e inflingir impactos negativos à segurança nacional e à estabilidade social”.
As novas regras obrigam que conteúdos produzidos com base em inteligência artificial ou realidade virtual sejam acompanhados de avisos claros indicando o uso da tecnologia. A legislação destaca os perigos associados aos deepfakes, vídeos manipulados para parecerem reais.
As preocupações em relação aos deepfakes aumentaram após a campanha eleitoral norte-americana, em 2016.
Via: The Verge