Siga o Olhar Digital no Google Discover
De acordo com um estudo das Forças Armadas dos Estados Unidos, o fortalecimento da audição, da visão, do cerébro e dos músculos humanos será “tecnologicamente factível até 2050”. A instituição tem planos ambiciosos para transformar seus soldados em guerreiros ciborgues no futuro e acredita que a sociedade vai se acostumar com os desafios éticos, legais e sociais desta iniciativa.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O Departamento de Defesa acabou de divulgar um relatório de outubro com detalhes dos seus planos de “fusão homem/máquina”. Nele, estão identificadas as quatro principais linhas de desenvolvimento das próximas décadas, com melhoria de visão e percepção periférica, audição e fortalecimento corporal. Para o último, o Exército avalia o uso de equipamentos com sensores de controle muscular.
De acordo com o relatório, todos os três itens “oferecerão o potencial de aumentar gradualmente o desempenho além da linha de base humana normal”. O que realmente chama a atenção, no entanto, é a quarta categoria: “aprimoramento neural direto do cérebro humano para transferência de dados bidirecional”. Em outras palavras, conectar as mentes dos soldados a computadores para que possam receber e transferir novas ordens militares instantaneamente, mas também consigam controlar veículos com a força do pensamento.
As conseqüências previstas no relatório são preocupantes: “a introdução de seres humanos reforçados na população em geral, o quadro ativo do Departamento de Defesa e os esforços dos concorrentes diretos vão acelerar nos anos posteriores a 2050. Isso levará a desequilíbrios, desigualdades e iniquidades nas estruturas legais, éticas e de segurança.”
Fonte: Army Times