Siga o Olhar Digital no Google Discover
O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) anunciou nesta semana algo que deve agradar aos góticos de plantão: os engenheiros da instituição conseguiram criar o material mais preto já visto, 10 vezes mais escuro do que qualquer outro material já produzido pelas mãos humanas.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Utilizando nanotubos de carbono alinhados verticalmente criados sobre papel alumínio, os cientistas conseguiram criar um material que absorve 99,995% da luz que é apontada para ele em qualquer ângulo. E o mais interessante: tudo isso foi feito por acaso.
Os pesquisadores estavam trabalhando em outra coisa quando fizeram a descoberta. A ideia era criar nanotubos de carbono sobre materiais com boa condutividade, como é o caso do alumínio, para melhorar suas propriedades térmicas e elétricas. No entanto, o resultado do experimento acabou surpreendendo os cientistas, que só perceberam o que tinham em mãos após a medição da refletância óptica.
Por enquanto, o material ainda não foi usado com uma finalidade prática, mas já foi aplicado em uma exposição artística. A peça, chamada de “A Redenção da Vaidade”, exposta na bolsa de valores de Nova York, mostra um diamante amarelo de 16,78 quilates que foi completamente coberto com o material. Como resultado, a pedra, avaliada em US$ 2 milhões, aparece apenas como uma mancha preta plana no ar, como se seus contornos tivessem sido achatados. É a imagem no topo da notícia; se você não consegue ver o diamante na parte direita da imagem, tente ajustar o brilho e o contraste da sua tela.
Existem aplicações práticas, no entanto. Telescópios, por exemplo, podem se beneficiar do material para reduzir ao máximo os reflexos indesejados, o que pode ajudar a descobrir exoplanetas. Quanto mais preto, menos luz refletida, e menos interferência na imagem.
A busca pelo “preto mais preto” ganhou mais notoriedade nos últimos tempos graças a uma outra empresa chamada Surrey NanoSystems. A empresa tem em suas mãos um material chamado “Vantablack”, que chega a absorver 99,96% da luz jogada em sua direção. Recentemente, a BMW anunciou um carro coberto com esse material, criando uma sensação “2D” ao veículo.