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Esta é uma proposta que certamente vai agradar muita gente: camas para a classe econômica de uma aeronave. Esta é a proposta anunciada nesta quarta-feira (26) pela Air New Zealand. A companhia aérea acredita que a ideia pode definitivamente revolucionar a experiência de muitos passageiros em voos de longa distância.
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A companhia neozelandesa opera alguns dos voos mais longos do mundo e, segundo o diretor de marketing da empresa, Mike Tod (e também de acordo com qualquer pessoa que já tenha ficado mais de 10, 15 horas em uma classe econômica qualquer), a impossibilidade de simplesmente deitar e “se esticar” é uma das maiores dores dos passageiros das classes econômicas em viagens mais longas. “O desenvolvimento do Economy Skynest é uma resposta direta a esse desafio”, explica Tod.
As cápsulas contêm seis camas, cada uma com dois metros de comprimento por 58 centímetros de largura. E tem ainda travesseiro, lençóis, cobertores, tampões para os ouvidos e até uma cortina de privacidade. A idéia é que os pods estejam na cabine da classe econômica e os passageiros reservem as sessões para interromper os voos de longo curso, em vez de ocupá-los durante toda a viagem.

As camas não devem chegar às aeronaves em um período menor que um ano. A Air New Zealand trabalha agora para aprovar o conceito com os reguladores locais. Mais interessante e animador é que a empresa já disse estar disposta a licenciar o formato para outras companhias aéreas também.
Apesar de o projeto das camas ainda não ter saído do papel, a companhia neozelandesa já oferece há algum tempo a possibilidade de o passageiro da classe econômica reservar o que eles chamam de “skycouch”. A proposta consiste em transformar uma fileira de assentos em um grande sofá, inclusive com a possibilidade de ser usado como uma mini-cama após a decolagem.
