Comunidade científica apoia pesquisas de edição genética em humanos

A Academia Nacional de Ciências e Medicina dos EUA, a Academia Chinesa de Ciências e a Royal Society do Reino Unido declararam ontem, durante um encontro internacional, apoiar pesquisas sobre manipulação genética em seres humanos.

Segundo as academias, seu apoio contempla iniciativas que pesquisem sobre a técnica de “se alterar, com precisão, sequências de genes - em células vivas, incluindo as de humanos”. Os cientistas apoiam até mesmo a alteração genética de óvulos, espermatozoides e embriões, contanto que as células resultantes não sejam usadas para induzir gravidezes.

As academias acreditam que esse tipo de pesquisa pode trazer benefícios para a eliminação de doenças genéticas, mas crêem ser “irresponsável prosseguir sem nenhuma espécie de teste” e acreditam que seria melhor aguardar até que haja “amplo consenso social” sobre essas pesquisas.

A declaração se referia a células que contém informações genéticas, que são passadas de pai para filho. Algumas pesquisas já estão sendo realizdas nesse sentido, para curar doenças como hemofilia (resultado de problemas genéticos) e anemia falciforme (passada de pai para filho).

Embora as academias não tenham falado especificamente sobre clonagem, sua aceitação sobre manipulação genética pode ser vista como boa notícia para o boyalife Group, empresa chinesa que declarou nessa semana que só não realiza clonagem humana por medo da reação das pessoas.

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