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Os smartphones são cada vez mais populares, mesmo entre crianças e adolescentes. Mas, de acordo com Mandy Saligari, uma renomada terapeuta do Reino Unido, dar aos filhos um dispositivo do tipo pode ser tão prejudicial quanto oferecer a eles álcool ou drogas. “Eu sempre digo às pessoas: quando você dá a seu filho um tablet ou smartphone, você está realmente dando a ele uma garrafa de vinho ou um grama de cocaína”, afirma ela.
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A profissional explica que, além de os aplicativos serem altamente viciantes, eles podem alterar a percepção dos usuários jovens sobre a privacidade e a segurança de seus atos. A profissional relata que já tratou vários pacientes que enviavam fotos íntimas e não viam problema, a menos que algum adulto se desse conta.
Como relata o Ubergizmo, Caligari pede que os pais pensem em como o comportamento com os smartphones pode refletir os padrões cerebrais encontrados em viciados em jogos ou drogas.