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O Exército dos Estados Unidos está procurando por um novo drone. Há alguns meses atrás, parecia que eles estavam fechando com a empresa privada Martin UAV e negociando publicamente com a Textron. Porém, no fim do mês passado, essa competição foi aberta.
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O Pentágono anunciou que não apenas duas, mas quatro empresas distintas terão permissão para concorrer pelo fornecimento de “pedidos” sob um contrato de até US$ 99,5 milhões. A boa notícia para Textron é que ela é uma das concorrentes, assim como a Martin UAV, mas a empresa privada Arcturus UAV e a L3Harris entraram na disputa.
Drones na competição
Acredita-se que cada uma dessas companhias trará algo diferente para a competição. A Textron, por exemplo, deve oferecer ao exército seu Aerosonde UAV, um drone autônomo com capacidade de voo de até cerca de 140 quilômetros.
A Martin UAV fará parceria com a gigante de defesa Northrop Grumman para licitar seu “V-Bat”, um UAV menor de lançamento e aterrissagem vertical com capacidade para viajar mais de 560 quilômetros sem reabastecimento.
Enquanto isso, a Arcturus estará imitando Martin com um sistema de lançamento e aterrissagem vertical chamado “JUMP”. Aproveitando ao máximo as capacidades que este método de lançamento permite, no entanto, mais de 5 metros de envergadura.
E, por fim, a L3Harris deve oferecer seu drone APEX, uma aeronave de envergadura de 4 metros que é lançada por catapulta e possui um alcance de cerca de 100 quilômetros.
Enquanto todos os quatro drones parecem satisfazer a exigência do Exército para um veículo independente que possa ser lançado de qualquer lugar, os concorrentes da L3 e da Textron exigem equipamentos extras na forma de uma catapulta para lançá-los.
Em contraste, tanto Martin quanto Arcturus têm trabalhado em torno desse obstáculo com bastante eficácia, tornando seus drones capazes de lançamento vertical e aterrissagem vertical.
Via: The Motley Fool