Facebook e Snapchat se juntam a empresas que condenam assassinato de George Floyd

Os CEOs das duas empresas anunciaram medidas que visam diminuir a desigualdade racial

Nina Gattis, editado por Matheus Luque 01/06/2020 20h12
Facebook e Snapchat
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Em meio a manifestações pela morte de George Floyd, um homem negro assassinado por um policial na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos, o Facebook e o Snapchat se juntaram à lista de empresas estadunidenses que passaram a condenar o racismo no país.


"Estamos com a comunidade negra - e todos aqueles que trabalham pela justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros cujos nomes não serão esquecidos", declarou Mark Zuckerberg, criador e CEO do Facebook, no último domingo (31).

Reprodução

Manifestações pedem justiça por George Floyd. Imagem: Associated Press

Zuckerberg ainda afirmou que destinará 10 milhões de dólares para organizações que trabalham com justiça racial. Na mesma direção, Evan Spiegel, fundador e CEO do Snapchat, pediu por reformas tributárias abrangentes no país em um memorando interno contra o racismo. A intenção dele é que as empresas passem a pagar taxas mais altas.

"Não podemos acabar com o racismo sistêmico sem, simultaneamente, criar oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua formação", disse Spiegel. "Em resumo, pessoas como eu pagarão muito mais impostos - e acredito que valerá a pena criar uma sociedade que beneficie a todos nós", completou.

 

Via: Reuters Brasil

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