Funcionário do Facebook teria usado privilégios para perseguir mulheres

Um funcionário do Facebook que não teve seu nome revelado foi acusado de estar usando seus privilégios como administrador de sistemas da empresa para perseguir mulheres na rede social, revelou nesta semana o Gizmodo.

A informação partiu de Jackie Stokes, especialista em segurança eletrônica e fundadora da empresa Spyglass Security. Ela compartilhou a denúncia pelo Twitter e disse que o funcionário em questão é engenheiro de segurança no Facebook.

A rede social, por sua vez, disse em nota ao Gizmodo que está investigando o caso. Jackie afirmou, também no Twitter, que foi procurada por engenheiros seniores do Facebook para compartilhar mais informações com a empresa.

"Nós mantemos políticas e controles técnicos rigorosos para restringir o acesso de funcionários a dados de usuários. O acesso é limitado à função, e funcionários designados só têm permissão para acessar o volume de informações necessário para o trabalho", acrescentou o Facebook em nota.

Outros detalhes, por enquanto, permanecem escassos. Mas como lembra o Gizmodo, esta não seria a primeira vez que funcionários de uma grande empresa de tecnologia se aproveitam do acesso aos bastidores da tecnologia para vasculhar dados de usuários livremente.

Em 2016, um ex-funcionário da Uber disse em tribunal, durante o julgamento de uma ação contra a empresa, que outros funcionários usavam o sistema interno da Uber para monitorar as contas de ex-namoradas ou ex-cônjuges e acompanhar suas corridas pelo app.

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