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Algumas das maiores empresas de tecnologia que supervisionam as plataformas sociais mais usadas no mundo anunciaram uma aliança para combater a desinformação que circula sobre a pandemia do coronavírus e a doença Covid-19. O comunicado publicado pelo Facebook foi coassinado por Google (dono do YouTube), Microsoft (responsável pelo LinkedIn), Twitter e Reddit.
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As medidas incluem destacar sempre as fontes mais confiáveis, como o Ministério da Saúde no caso do Brasil e minimizar o alcance de informações falsas. O Facebook já conta com o programa de verificação de fatos por agências independentes, e o sistema será reforçado neste momento.
A empresa de Mark Zuckerberg também já havia oferecido à Organização Mundial da Saúde (OMS) um “megafone” na rede social, permitindo a publicação ilimitada de anúncios na plataforma com o objetivo de espalhar informação confiável. Outros órgãos locais também receberam créditos gratuitos para a publicação de campanhas informativas sobre o coronavírus. Ao mesmo tempo, publicidade de itens ligados à prevenção do contágio, como máscaras e álcool em gel, foi temporariamente banida para evitar abusos.
Do lado do Google, a empresa anunciou a criação de uma equipe de emergência que trabalhará 24 horas por dia para remover desinformação dos resultados das buscas e do YouTube. A maioria dos vídeos sobre o tema já é desmonetizado, para não recompensar a difusão de informação falsa, com exceção de especialistas no assunto com experiência reconhecida.
Como nota o Business Insider, é um momento decisivo para a aplicação dessas medidas. O Newsguard, ferramenta que monitora e ranqueia sites com base em sua confiabilidade, apontou que sites famosos pelos boatos ligados à saúde receberam 142 vezes mais engajamento em redes sociais do que os sites do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) e a página da Organização Mundial da Saúde juntos em um período de 90 dias.