Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Google planeja restringir a maneira com que alguns sites rastreiam o comportamento dos usuários online. Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (14), a companhia anunciou que passará a impedir as empresas de conectar os cookies do Chrome a sites que elas não operam diretamente.
Ofertas
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 69,70
Por: R$ 30,00
Por: R$ 129,99
Por: R$ 7,39
Por: R$ 31,75
Por: R$ 481,00
Por: R$ 66,99
Por: R$ 3.799,00
Por: R$ 225,90
Por: R$ 269,99
Por: R$ 216,11
Por: R$ 79,90
Por: R$ 275,90
Por: R$ 948,90
Por: R$ 2.069,90
Por: R$ 5.489,00
Os cookies são uma ferramenta que permitem aos operadores de sites salvar dados sobre os usuários, para que, por exemplo, eles possam mantê-lo conectado a um serviço por vários dias. Mas ao mesmo tempo, os cookies podem fornecer informações privadas dos usuários, como quais sites ele visitou depois de deixar a página.
Esses dados, quando compartilhados com empresas de publicidade, permitem a construção de perfis de consumo que servem para direcionar quais anúncios aquele indivíduo consideraria relevante. Esse tipo de uso – além dos diversos casos de violações de dados e novas leis de privacidade mundo afora – tornaram os cookies um assunto delicado dentro da discussão sobre privacidade online.
“Os usuários estão exigindo maior privacidade – incluindo transparência, escolha e controle sobre como seus dados são usados e está claro que o ecossistema da web precisa evoluir para atender a essas demandas crescentes”, escreveu o diretor de engenharia do Chrome, Justin Schuh.
A ideia é que as restrições entrem em vigor dentro de dois anos, enquanto o Google desenvolve alternativas que considere mais viáveis, e que respeitem a privacidade dos usuários. “Alguns navegadores reagiram a essas preocupações bloqueando cookies de terceiros, mas acreditamos que isso tenha consequências não intencionais que podem impactar negativamente os usuários e o ecossistema da Web”, completou o executivo.
A iniciativa não é nova. A Apple fez o mesmo com o Safari em 2017, mas a fatia de usuários que usam o Chrome para navegar na internet é três vezes maior, com cerca de 64% do mercado, de acordo com a empresa de rastreamento Statcounter.
Via Reuters