Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Huawei trabalha faz tempo em um sistema operacional próprio. Agora, com os imbróglios com a administração Trump, a empresa acelerou o processo para liberar seu sistema operacional móvel.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Anteriormente, foi relatado que o sistema operacional móvel da Huawei, chamado Hongmeng OS, poderia ser lançado em agosto ou setembro. Porém, novos relatórios apontam que o sistema operacional deverá ser lançado em outubro.
Pelo menos inicialmente, esse SO não terá um ecossistema de aplicativos muito vasto, por isso a Huawei deve focar no segmento de dispositivos mais baratos. Além da China, o sistema operacional deve chegar a países do leste europeu, assim como a países emergentes.
Uma reportagem do analista da empresa de consultoria Tianfeng International, Guo Mingxi, sugere que a Huawei poderia chegar a enviar até 225 milhões de unidades de seus celulares já com o novo sistema em 2019.
A Huawei foi a empresa que mais sofreu com a guerra entre Estados Unidos e China. A maioria das companhia norte-americanas, como Google, Qualcomm e Intel cortaram suas relações com a companhia chinesa. Por conta disso, a partir de agosto, a companhia deverá acesso ao sistema Android.
Além dos obstáculos no caminho dos smartphones, a Huawei enfrenta dificuldades também na área de infraestrutura 5G. Por enquanto suas melhores apostas (apesar do boicote norte-americano) estão no Sudeste Asiático, onde foi bem recebida pela Tailândia, Malásia e Filipinas. Países como Australia, Alemanha, Nova Zelândia e outros barraram a Huawei de participar dos testes da rede 5G. Os Estados Unidos seguem pedindo que aliados desistam do comércio com a fabricante, alegando risco de espionagem chinesa.
Via: GizmoChina