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A rede mundial pode sofrer uma falha em maio. Felizmente, há duas boas notícias: a primeira é que a possibilidade de ocorrência de problemas é considerada remota e a segunda é que essa pode ser a última vez que a web passe por isso.
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Trata-se do “768k Day”, um dia conhecido pelos problemas que podem acontecer em conexões. Isso porque o limite de tráfego de rotas de roteadores antigos — de empresas de transmissão de dados, não de residências — pode ser ultrapassado e, com isso, os aparelhos podem entrar em pane.
Por trás da comunicação entre provedores e servidores existe um “mapa” que guia a troca de dados (a chamada “tabela de rotas”). É ela que pode atingir a saturação: em 2014, seu tamanho era limitado a 512 mil entradas e, hoje, já são 768 mil entradas — esse limite está próximo de ser atingido.
Não há um dia específico para isso acontecer. Apenas sabe-se que o limite será ultrapassado nos próximos dias. Cada operadora tem um número de rotas diferente na tabela, ou seja, os limites serão atingidos em momentos distintos.
O fenômeno pode causar lentidão, dificuldades de conexão e até um “apagão leve” na internet — seja na rede toda ou só em alguns sites. A dúvida é se os usuários sentirão ou não os efeitos da falha, como em anos anteriores, já que muitas empresas trocaram os equipamentos.
“Todo dispositivo de rede tem uma tabela de roteamento e elas têm limites. Aparelhos mais antigos têm menos memória e capacidade. Quando ultrapassam esse limite, param de funcionar”, aponta Rodrigo Filev, professor do departamento de ciência da computação da FEI.
Há cerca de 10 anos, algo parecido ocorreu: parte do estado de São Paulo ficou sem rede em razão de uma falha no roteamento. O Nic.br considera a probabilidade de queda mais remota desta vez e diz que, se acontecer, vai ser muito menor. Só é importante o alerta para quem não trocou o equipamento ou mudou as configurações. O usuário, por sua vez, não pode fazer nada a respeito: operadoras, empresas e provedores acompanham o processo na tentativa de minimizar as consequências.