Pessoa mexendo no computador

Após massacres, Microsoft pede que empresas se unam na moderação de conteúdo

Clara Guimarães, editado por Camila Rinaldi 26/03/2019 14h30
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O ataque às mesquitas motivou uma discussão sobre como as empresas de tecnologia têm moderado o conteúdo compartilhado na Internet

Depois da transmissão do massacre nas mesquitas na Nova Zelândia ter durado 17 minutos, ao vivo, no Facebook, algumas questões sobre a capacidade das redes sociais moderarem conteúdo surgiram. Provavelmente por essa razão, o presidente da Microsoft, Brad Smith, sentiu a necessidade de se posicionar através de uma publicação no último domingo (24).


Smith diz acreditar que uma união entre grandes empresas de tecnologia é necessária para que ocorra uma evolução no âmbito de controle de conteúdo. A ideia seria que estas trabalhassem em um "centro de comando virtual conjunto", no qual poderiam, mais rapidamente, coordenar uma resposta a um incidente. 

"Em última análise, precisamos desenvolver uma abordagem no setor que seja abrangente, eficaz e baseada em princípios", disse Smith. O executivo ainda comentou que o apoio das pessoas é necessário para que seja possível superar os problemas de moderação, de modo que as companhias não dependessem apenas de suas tecnologias. 

Por fim, Smith defende repetidamente que grandes empresas do ramo, como a Microsoft, Facebook, Twitter e Google, deixem de lado o espiríto de concorrência e foquem em fazer o melhor para a sociedade, assim como já o fizeram no passado para combater conteúdos terroristas. 

"A questão não é apenas o que a tecnologia fez para agravar esse problema, mas o que as empresas de tecnologia podem fazer para ajudar a resolvê-lo”, concluiu.


Via: The Verge


Microsoft tiroteio
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