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Muito se tem falado sobre o plano de privatização dos Correios, que já foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, é bom combinar esse projeto direito com os próprios Correios, já que Floriano Peixoto Neto, novo presidente da estatal, ainda não fala abertamente em ceder a companhia para a iniciativa privada.
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Quando questionado sobre o tema no dia de sua posse, na segunda-feira, Peixoto Neto foi evasivo, preferindo focar em sua missão de fazer a empresa obter bons resultados, como relata o site TeleSíntese.
“Uma coisa de cada vez. Vamos trabalhar para a empresa crescer. É isso que todos nós queremos. O Correio é do Brasil, é uma empresa nossa, e que nós temos muito orgulho”, disse ele quando perguntado sobre a privatização. Ele também afirmou que ainda não conversou com o governo sobre o assunto.
“Não estamos ainda falando em nada de privatização, nada. A minha intenção é ir para lá trabalhar para fortalecer, para fazer a empresa crescer, ficar mais gigante ainda do que ela é”, completou.
No entanto, tudo indica que ele deverá discutir rapidamente sobre o tema. Isso porque seu antecessor, Juarez Cunha, foi demitido do cargo após se opor publicamente ao modelo de privatização da estatal proposto pelo governo, alegando que apenas o “filé” seria vendido para a iniciativa privada, enquanto o cidadão continuaria bancando as atividades não-lucrativas prestadas pela companhia em municípios menores.
Ainda não há um plano claro de privatização dos Correios, mas os primeiros interessados já parecem estar aparecendo. Na terça-feira, 25, surgiu a informação de que Amazon e Alibaba, gigantes do comércio eletrônico, poderiam estar de olho na compra da estatal.