Siga o Olhar Digital no Google Discover
Inspiradas nas recentes movimentações dos Estados Unidos, operadoras brasileiras podem estar prestes a fazer mais uma investida contra o princípio de neutralidade da rede por aqui. É o que apurou uma reportagem recente da Folha de S. Paulo.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Segundo o jornal, as operadoras do Brasil aguardam uma decisão da FCC, a agência que regulamenta o setor de telecomunicações dos EUA, para “pressionar o presidente Michel Temer a modificar um decreto” do Marco Civil da Internet.
O decreto determina o princípio de neutralidade da rede. Por causa dele, nenhuma operadora pode descriminar o acesso ao conteúdo da internet. Um site de torrents, por exemplo, não pode ser bloqueado pela operadora só pelo seu conteúdo.
Da mesma forma, a neutralidade da rede garante que as operadoras não vendam pacotes de internet fracionados, em que, por exemplo, uma pessoa paga para ter acesso a YouTube e Facebook, mas tem que pagar mais se quiser acessar também a Netflix.
A inspiração vem do presidente da FCC, Ajit Pai. O gestor do órgão, que atua como uma Anatel norte-americana, encaminhou ao Congresso dos Estados Unidos uma proposta para diminuir a regulamentação do setor, incluindo o fim da neutralidade de rede, aprovada pelo ex-presidente Barack Obama.
A decisão do Congresso dos EUA sobre o fim da neutralidade da rede deve sair antes do fim do mês. Se a FCC vencer, as operadoras brasileiras “começarão uma rodada de visitas ao Planalto, ao Congresso, aos ministérios das Comunicações da Justiça e à Anatel” para aprovar uma mudança parecida no Brasil.
O princípio da neutralidade da rede no Brasil é garantido pelo Marco Civil da Internet, lei aprovada em 2014 e regulamentada em 2016 por decreto do governo federal, na época chefiado pela ex-presidente Dilma Rousseff.