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O Facebook decidiu não fiscalizar anúncios políticos pagos em sua plataforma, sob um discurso polêmico pró-debate político do CEO Mark Zuckerberg. No entanto, a empresa já está revendo suas políticas depois que parlamentares e reguladores apontaram falhas que permitem a disseminação de informações falsas, de acordo com o Comitê Democrata Nacional dos Estados Unidos (DNC).
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No dia 21 de novembro, o DNC enviou uma carta a Sheryl Sandberg, vice-presidente de operações do Facebook, à qual a Reuters teve acesso. Nela, o Partido Democrata sinalizou preocupações e pediu mais transparência: “ainda temos preocupações significativas com as políticas do Facebook que permitem que a plataforma seja usada para espalhar informações erradas e prejudicar nossa democracia”, escreveu a presidente-executiva do comitê, Seema Nanda.
O painel acusa o Facebook de não dedicar recursos suficientes para detectar comportamentos falsos na rede social. “Considerando os enormes recursos financeiros do Facebook e as apostas das próximas eleições, pedimos que vocês dediquem capacidade adicional para impor seus termos de serviço contra essas categorias de atores maliciosos”, acrescentou Nanda.
A plataforma de mídia social enfrenta várias críticas por falhas de privacidade, atividades relacionadas a eleições e seu domínio na publicidade online. Na quarta-feira (4), o Facebook disse estar em contato regular com o DNC, analisando e agindo sobre qualquer abuso mencionado. A empresa também participou de sessões para instruir os participantes da campanha a compartilhar detalhes de atividades suspeitas.
Fonte: Reuters