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Apesar de representar grande parte da superfície terrestre, o fundo dos oceanos ainda é uma região pouco explorada. Até pouco tempo atrás, apenas 6% da área havia sido mapeada. Porém, com o lançamento do Seabed 2030 Project, em 2017, esse fato começou a mudar, e agora já foram mapeados 19% das profundezas oceânicas.
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A iniciativa possui 133 colaboradores, parceiros e apoiadores, como o projeto Gebco, que no ano passado coletou 5,6 milhões de quilômetros quadrados de dados. Essa área representa aproximadamente o dobro do tamanho da Austrália. Além de parcerias, estão sendo utilizados navios de crowdsourcing e navios robóticos de mapeamento para completar as lacunas.

Mapa oceânico pode ajudar, dentre outras coisas, na instalação de cabos submarinos. Foto: iStock/AlexLMX
Apesar do recente avanço, ainda falta muito para alcançar a meta de mapear todo o fundo do oceano até 2030. Um mapa oceânico completo pode ter vários benefícios, como melhorar a compreensão sobre os oceanos (incluindo o movimento das marés e os tsunamis), ajudar a manter as populações marinhas e até mesmo a instalação de cabos submarinos.
O potencial total desse mapeamento, porém, só será descoberto quando ele finalmente for concluído.
Via: Engadget