Siga o Olhar Digital no Google Discover
Parecia questão de tempo até que isso acontecesse: na última sexta-feira, 16, a Samsung recebeu o primeiro processo devido a uma explosão causada pelo Galaxy Note 7.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Um homem da Flórida, nos Estados Unidos, chamado Jonathan Strobel entrou na Justiça contra a companhia sul-coreana alegando ter sofrido queimaduras sérias depois que o smartphone explodiu dentro do bolso da frente da sua calça.
“Ele tem uma profunda queimadura de segundo grau, mais ou menos do tamanho do telefone, na sua coxa direita”, disse à Reuters o advogado de Strobel. “Infelizmente o [pedido de] recolhimento veio tarde demais para o meu cliente.”
Um dia antes a Samsung havia entrado com um processo formal de recolhimento, tornando a venda do Note 7 ilegal nos EUA. De acordo com a empresa, cerca de 1 milhão de unidades deveriam ser devolvidas; até aquele momento, 92 dessas unidades tinham causado problemas, sendo que em 26 casos houve queimadura.