Sede do Facebook é evacuada após ameaça de bomba

Ameaça de bomba faz sede do Facebook ser evacuada nos EUA

Lucas Carvalho, editado por Daniel Junqueira 12/12/2018 11h49
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Parte da sede do Facebook nos Estados Unidos foi evacuada pela polícia após o recebimento de uma denúncia de que havia uma bomba no complexo. Após duas horas de buscas, as autoridades liberaram a área e concluíram que não havia bomba no local.


O caso aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 12, no campus do Facebook em Menlo Park, Califórnia. O departamento de polícia da cidade recebeu uma ligação da polícia de Nova York informando a respeito de uma denúncia anônima de uma bomba no complexo.

A administração do Facebook foi informada e tomou a iniciativa de iniciar a evacuação, com a ajuda dos agentes de segurança do município. O esquadrão antibombas do condado vizinho de San Mateo foi chamado para ajudar nas buscas pela tal bomba.

Após duas horas de buscas, incluindo cães farejadores e detectores de explosivos, o campus foi liberado para que os funcionários voltassem ao trabalho após a conclusão de que não havia bombas nos prédios. A ameaça foi só um alarme falso.

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"Nós levamos a segurança da nossa equipe no Facebook extremamente a sério e estamos contentes que todos estejam seguros", disse um porta-voz do Facebook à CNN. "Estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades locais para investigar essa ameaça e monitorar ainda mais a situação."

O caso deixou as autoridades e o próprio Facebook em alerta diante dos recentes casos de explosivos que foram enviados para diversos endereços nos Estados Unidos em outubro, incluindo redações de jornais e políticos do partido Democrata.

Além disso, o caso inevitavelmente foi relacionado ao atentado na sede do YouTube em San Bruno, Califórnia, em abril deste ano. Nasim Najafi Aghdam entrou em um dos prédios do complexo e começou a atirar contra os funcionários da empresa. Quatro pessoas ficaram feridas, e a atiradora tirou a própria vida após o atentado. A motivação para o ataque na ocasião foi o fato de que o YouTube não permitia que a mulher monetizasse seus vídeos, e que eles estariam tendo seu alcance cortado pela empresa.

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