Uber é processada por discriminação de gênero e racial

Três engenheiras acionaram a Justiça nos Estados Unidos para reclamar de supostas práticas discriminatórias contra mulheres e pessoas de cor dentro da Uber.

O processo, segundo reporta a Reuters, foi aberto na última terça-feira, 24, no Tribunal Superior de São Francisco, na Califórnia, por Ingrid Avendano, Roxana del Toro Lopez e Ana Medina — as duas primeiras passaram mais de dois anos na Uber e saíram no meio deste ano, enquanto Medina ainda é funcionária da empresa.

As três, que se declaram latinas, tomaram como base o texto de Susan Fowler, ex-empregada da Uber cujo relato praticamente deu o pontapé inicial à crise em que a companhia se encontra. A história de Fowler será contada em detalhes num livro de sua autoria e num filme que vem sendo comparado a "A Rede Social", que conta como nasceu o Facebook.

Na ação, as engenheiras acusam o sistema de avaliações da Uber de não ser baseado em medidas válidas e confiáveis de performance. "Neste sistema, empregadas mulheres e de cor são sistematicamente desvalorizadas em comparação com seus pares homens brancos ou asiáticos", diz o documento.

A Uber não quis se pronunciar sobre o caso.

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