Siga o Olhar Digital no Google Discover
De acordo com um estudo da Electronic Frontier Foundation, a vigilância de cidadãos norte-americanos cresce a cada ano e se torna arma indispensável de instituições governamentais. Mesmo que recursos como o reconhecimento facial sejam comprovadamente ineficazes para combater crimes na opinião da própria polícia, um mapa disponibilizado pela ONG aponta 5.300 pontos, com 12 tipos diferentes de monitoramento: leitores de placas, reconhecimento facial, simuladores de sites de celular e drones.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Os recursos de monitoramento, curiosamente variam de acordo com cada região. Separadas em 12 categorias diferentes de monitoramento, as câmeras em anel, por exemplo, são muito usadas nos subúrbios de Chicago e Dallas. Já os leitores de placas são populares nas áreas urbanas; áreas rurais parecem favorecer o uso de drones.

Existem poucos pontos de dados em Manhattan e Brooklyn, por exemplo, que podem sofrer mudanças no próximo ano, já que a cidade de Nova York vai implementar uma nova medida que obriga o Departamento de Polícia de Nova York a compartilhar informações básicas sobre a tecnologia de vigilância.
O estudo ressalta que o mapa não possui um panorama completo de todos os locais em que estão sendo monitorados o tempo todo, mas os lugares onde essas tecnologias estão em uso. É possível supor que os dados refletem apenas um conjunto de informações que os departamentos de polícia optam por acumular até que o governo local revogue essa decisão.
Atualmente, a maioria dos estados não possuem leis que regulamentam o uso desses dados e o uso do reconhecimento facial. Ainda este ano, gigantes da tecnologia como a Microsoft, IBM e Amazon abandonaram ou congelaram seus respectivos projetos em reconhecimento facial alegando preocupações com liberdades civis.
Fonte: Gizmodo